sexta-feira, 18 de junho de 2010

Durindana

 Durindana, também conhecida como Durandal, Duranda e Durindart, era a espada do protagonista de A Canção de Rolando, épico do século XIII baseado em um evento histórico do século VIII: um ataque dos bascos à retaguarda do exército de Carlos Magno em Roncesvales, nos desfiladeiros dos Pirineus.


Segundo a canção, Durindana pertencera ao herói troiano Heitor e fora tomada por Rolando, sobrinho de Carlos Magno, ao gigante Jutmundus. Tinha no seu punho um fio da capa da Virgem Maria, um dente de São Pedro, um fio de cabelo de São Dinis e uma gota do sangue de São Basílio e era inquebrável.

Quando Rolando perdeu seu corcel Veillantif e viu tudo perdido, tentou quebrar Durindana, golpeando-a numa rocha, para não deixá-la cair nas mãos dos sarracenos. Não conseguiu e acabou por jogá-la no fundo de um rio envenenado. O nome do Río de La Espada, perto de Toledo, Espanha, recorda a lenda.

A sua virtude era ser inquebrável, e possivelmente o seu nome deriva do verbo francês "durer" ("durar").

Histórias

Como descrito em várias obras da chamada Matéria de França, Durindana é a espada do conde Rolando (em italiano, Orlando), recebida de Carlos Magno quando de sua investidura como cavaleiro, aos dezessete anos de idade. De acordo com o poema Orlando Furioso de Ludovico Ariosto, ela pertencera outrora a Heitor de Tróia, e tinha sido dada a Rolando por Malagigi (Maugris).

No poema épico A Canção de Rolando, afirma-se que a espada contém, em seu punho de ouro, um dente de São Pedro, sangue de São Basílio, um fio de cabelo de São Denis e um fio da capa da Virgem Maria. No poema, ao perder o seu cavalo, Vigilante ("Veillantif"), e perceber que está ferido de morte numa emboscada dos sarracenos, Rolando tenta destruir a espada para impedir que ela seja capturada. Como a espada prova-se indestrutível, Rolando esconde-a então sob seu corpo, junto com o olifante, o instrumento usado para alertar Carlos Magno.

Também existe um personagem da literatura castelhana que personifica a espada. O personagem, chamado Durandarte, está presente nos poemas do "Romancero Viejo" e é famoso por sua relação com Belerma.

Existem várias tradições do folclore ligadas ao episódio. Nos Pirineus, na fronteira entre a Espanha e a França há um enorme estreito chamado "Brecha de Rolando" (La Brèche de Roland) que, segundo a lenda, foi aberto por Rolando ao golpear a montanha com Durindana. Outras lendas pretendem que, ao não conseguir quebrar a espada nas rochas, Rolando acabou por jogá-la no fundo de um rio envenenado. O nome do rio de la Espada, perto de Toledo, recorda essa passagem. Em El Bierzo existe a lenda de que a espada de Rolando encontra-se no fundo do lago de Carucedo, próximo às minas romanas de Las Médulas. Na França, pretende-se que a espada ainda existe, cravada num rochedo em Rocamadour, na Occitânia. Na Dinamarca, conta-se que uma inscrição na espada do herói lendário Holger Danske dizia: "O meu nome é Cortana, do mesmo aço e têmpera de Joiosa e Durindana".


Durindana em 3D&T

Tipo de Dano: Corte

Alcance: Corpo a Corpo (Força)

Peso:1,5 kg

Raridade: Muito Incomum

Observação: Preço incalculável

Bônus Mágico:+3


Afiada: 5 e 6 ao invés de só 6 determinam o acerto crítico


Especial: Durindana é inquebrável, nunca foi sequer conseguido lhe tirar uma lasca de metal e por esse motivo também nunca precisa ser afiada.


Minha Classificação sobre Raridade do Item


Muito Comum: Todas ao lojas de artigos mágicos possuem uma.

Comum: Encontrada apenas nas melhores lojas de artigos mágicos.

Incomum: Raramente encontrada em uma loja de artigos mágicos somente com muita sorte(talvez em um tesouro de um dragão adulto).

Muito Incomum: Encontrada apenas em tesouros de dragões ancestrais.

Única: Só encontrada em campanhas especialmete organizadas para isso.

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