sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mistério -21 - Mahabharata




Este poema épico da Índia antiga é mais volumoso que a Bíblia e tem mais de 5000 anos. Nele estão descritas histórias intrigantes como a das Vimanas, máquinas voadoras, movidas a mercúrio e forte vento propulsor, teriam navegado a grandes alturas

Os Vimanas podiam vencer distâncias infinitas, mover-se de baixo para cima, de cima para baixo e de trás para diante.

Veículos espaciais com uma dirigibilidade de causar inveja! Nossa citação baseia-se na tradução de N. Dutt, Inglaterra, 1891:

"...Por ordem de Rama, o carro maravilhoso subiu com enorme estrondo para uma montanha de nuvens..." 

"... Bhima voou com sua Vimana num raio imenso, que tinha o clarão do sol e cujo ruído era como o trovejar de um temporal..." . 

No Mahabharata acham-se indicações tão precisas que fica-se com a impressão de que o autor tinha pleno conhecimento do que escrevia.

Relata, cheio de horror, uma arma que podia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo: - quando os guerreiros eram informados a tempo da presença dessa arma, arrancavam de si todas as peças de metal que levavam, mergulhavam num rio e lavavam cuidadosamente seus corpos e tudo aquilo com que tivessem contato.

Não sem motivo, como explica o autor, porque a arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés. Tudo que era vivo, lamenta ele, tornava-se pálido e fraco.

No 8º livro está, talvez, o primeiro relato sobre o lançamento de uma bomba de hidrogênio:

"...Gurkha, a bordo de uma possante Vimana, arremessou um único projétil sobre a cidade tríplice..." 

O relato usa vocábulos, como temos na memória de histórias de testemunhas oculares da explosão da primeira bomba H no atol de Bikini: - fumaça branca incandescente, dez mil vezes mais clara que o Sol, teria elevado-se com brilho imenso e reduzido a cidade a cinzas.

"...Quando Gurkha pousou novamente seu veículo parecia um bloco radiante de antimônio..." 

E, para os filósofos, seja registrado que foi Mahabharata quem disse ser o tempo a semente do Universo...

Veja fotos de 'espaçonaves' esculpidas há 1.000 anos Texto do jornalista espanhol Javier Sierra sobre a lápide egípcia com inscrições estranhas de helicópteros e naves espaciais:

"Conheço bem esse assunto. Em 1995 passei um tempo em Abydos recolhendo toda a informação referente a esse relevo, que está em uma das paredes do templo do Faraó Seti I, bem perto da entrada. Tirei fotos, desenhei esquemas e falei com os arqueólogos locais que não tinham idéia do que se tratava. Trouxe todo o material para a Espanha e publiquei algo em Año Cero num artigo chamado Egito: vestígios do futuro, onde me dei conta dessas inscrições. Pois bem, atrás daquela publicação, consultei um expert em línguas antigas (um epigrafista, membro de Epigraph Society), Jorge Díaz.

Ele analisou e chegou a resolver o enigma: o que parece um helicóptero, uma arma de fogo e até um submarino não é mais que um resultado de um relevo de Seti I usurpado pelo seu filho, Ramsés II. Explico melhor: no Antigo Egito era comum que quando um faraó chegava a algum lugar, apagava textos de seus predecessores e colocava encima os seus. Ramsés fez isso com as inscrições de Abydos mas não apagou os textos de Seti mas sim, escreveu encima.

O resultado foram esses hieróglifos estranhos. Díaz me mostrou-o decifrando dois relevos em separado, desenhados sobre uma folha transparente. Ao colocar-los um sobre o outro, mostravam exatamente os supostos helicópteros."

2 comentários:

  1. Renato Trimegisto12 de abril de 2010 05:44

    Isso já foi confirmado que são símbolos sobrepostos D: Mas a ideia é boa, gosto bastante desses artigos

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  2. Velu pela contribuição Renato, nós ficamos felizes quando o pessoal colabora para a postagem ficar cada vez melhor e gosta do nosso trabalho. Abração!!!!

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